domingo, 3 de janeiro de 2010

Sabado

Depois de tudo, mal me levanto, sinto que algo estava errado, voltei a aperceber-me de tudo e do que se tinha passado. Levantei-me molhei a cara e olhei me ao espelho, tinha o rosto completamente destroçado e perguntei para mim mesma como foi possível ter-te perdido desta maneira, escapaste-me tão por entre os braços.Volto a dirigir-me ao meu quarto e volto a embrulhar-me nos edredões aconchego a cara na almofada e fecho os olhos e ocorre-me na cabeça tudo de novo, tudo o que fixemos todos os momentos em que me fizeste feliz e nos momentos que por ti chorei.Tendo adormecer e não consigo, sento-me na cama e ligo o computador tendo a esperança de te encontrar alguma mensagem tua, depois desespero e sinto que te quero longe e volto a desligar o computador sem forçar para agir depois de tudo isto, volto a deitar-me e não resisto a chorar, novamente fico desolada querendo desaparecer de vez, tendo manter a calma e sendo ainda tão sedo pouco poderia fazer, abri a janela e sentei me no telhado olhando para o céu e nele vendo tua imagem reflectida, meto musica romântica baixinha para não acordar ninguém, e penso no quanto desejaria poder visualizar-te, provavelmente estarias a dormir que nem um anjo, seria tão bom poder ver-te de novo, mas depois de tudo, nunca mais te voltei a encontrar. Passado mais ou menos 1 hora senti que alguém tinha acordado cá por casa e levantei me do telhado e voltei a entrar, voltei a deitar-me tendo em conta que estava gelada por ter estado tanto tempo no telhado, aconcheguei-me novamente e contive as lágrimas, pois minha mãe tinha acordado para ir para o trabalho, voltei a pensar em ti e contigo no meu pensamento acabei por adormecer novamente, e quando acordei? Estava novamente sozinha, nem pais, nem irmão para chatear, levantei me vesti-me e sai para a rua completamente descontrolada com os patins calçados e com a barriga vazia, obviamente naquele momento pouco me importava o meu estômago, sai disparada e percorri todas as ruas que por perto se encontravam, passei a manha nisto, depois de tanto cansaço voltei para casa, e passado pouco tempo recebi uma chamada da minha avó para ir almoçar, fui almocei e regressei ao meu mundo solitário e finalmente tive coragem de ligar o computador e não havia lá nada, nem mensagens tuas nem de ninguém, senti-me desiludida suponho, senti-me só e solitária, tal como me sinto agora, depois de todo este tempo nunca te esqueci, desde aquele dia, desde 28-10-2009 que te amo.

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