No passado dia 31 de julho fui a um casamento no Norte, mas sinceramente nem sei bem por onde andei em concrecto sei que era em Oliveira do hopital, mas quem me conheçe sabe que me perco facilmente só que aquele lugar apesar de me ser desconheçido era me bastante familiar, era mesmo ali que me sentia verdadeiramente em casa, havia uma pequena aldeia de casas velhas.Via-se crianças a brincar a correr por entre as pequenas casas, aquele local era lindo, mas prepara-te este texto vai ficar longo em dois dias aconteceram tantas coisas. Nessa aldeia que falei existiam familiares meus que fiquei radiante por conheçer, mas no Norte não fiquei nessa aldeia com muita pena minha, fiquei na casa de uns familiares com quem gostei bastante de conviver. Cheguei por volta das 11 horas da manhã ao local esperado e começou ali aquela confusão toda, no inicio fui á aldeia que falei, depois almoçei na casa dos familiares pousei as malas e depois do almoço despachei-me logo para o casamento, ás 3 horas estava quase tudo pronto para sairmos de casa e irmos a casa da noiva, eu estava radiante porque a noiva era minha prima a Cátia e eu tinha saudades dela, mas quando cheguei a casa dela só se via pessoas desconheçidas, olhava de um lado para o outro e era-me tudo tão desconheçido, aquela casa onde eu tinha passado férias em tempos não era a mesma, estava tudo mudado e não conheçia ninguem, pensei muito sinceramente que aquilo fose um pequeno casamento entre o qual os convidados seriam familiares e amigos mais proximos. Fomos directos para a igreja e sinceramente esperava mais atenção por parte da noiva para comigo, afinal eramos familia certo? Na igreja acabei por me enjoar de tanta gentinha fina e gente que pensa que é melhor que alguem, de certo modo que mal entrei na igreja sai logo, acabei por me aperceber que nem valia apena ver tudo aquilo, vim com a minha prima mais nova para a rua com a qual me diverti muito mais. Acabei por ficar cansada e sentei-me num pequeno muro que por meu azar estava sujo, assim que me levantei a minha prima havisou-me logo, olha que sorte a minha tinnha sujado o vestido de rezina das árvores. Num momento convidaram o meu pai para ir a uma especie de ''café'' como eles diziam, o meu pai convencido que seria mesmo um café que haveria ali proximo convidou-me a ir lá a baixo beber um sumo mais a minha prima, mas quando cheguei lá a baixo fiquei mesmo irritada o tal café que tinham falado ao meu pai não seria nem mais nem menos que um dos empregados dos pais da noiva que o tinham contratado para trazer vinho e cervejas pros amigos mais proximos, esse empregado tinha algo estranho de logo se notou isso, sinceramente não gostei daquele ambiente nem para mim nem para a minha prima de 6 anos, levei-a dali e regressei para o local onde se encontrava a maioria dos convidados, ou seja perto da igreja.
Passado umas horas fomos todos para uma quinta aquilo era lindo, um casamento de ricos, autêntico.
Adorei aquele local, devo dizer que me diverti bastante era uma quinta enorme e tinha montes de aperitivos cá fora, mas eu confesso que fiz desses aperitivos o meu proprio jantar, poderia lá eu imaginar que aquilo era apenas aperitivos?
Agarrei e fui buscar salsichas, pão, sumo, salgadinhos, tudo a que tivesse direito, fui mais as minhas duas primas para um pequeno banquinho que havia na quinta assim mais escondido, ri-me tanto com elas as duas, só sabiamos era comer, foi o rir naquela noite. Acabei por conheçer mais uma prima a Regina com a qual me ri como nunca, aquela festa tornava-se uma festa entre primos, era a loucura. Depois havistei o João com uma rapariga bastante bonita na verdade, e as minhas primas foram incomodalos e levaram-me para lá. Eu disse ás minhas primas para os dexarem sossegados os dois, pois pensava que eram namorados na verdade, a moça respondeu não te lembras de mim ? E eu respondi que não e perguntei se devia lembrar, na verdade essa rapariga também era minha prima e já me conheçia em pequena mas eu já nem me lembrava que ela existia. Também se chamava Cátia como a minha outra prima que se ia casar. Mas na verdade achei-a apenas mais uma menininha fina, só que mais tarde vim a saber que ela não era o que eu pensava.
Bem começando a falar do que mais me marcou, confesso que foi ter olhado para uma pessoa, sei que é parvo, mas eu não esquecerei o seu olhar, na verdade cansei de olhar pra essa pessoa e fui directa, conversei perguntei pouca coisa, e metia sempre pequenas conversas, das quais a maioria era apenas um sorriso que falava por nós.
Passado um pouco entramos todos para uma sala enorme, onde ai sim seria o jantar eu fiquei tão espantada, aquilo era horrivel para mim! Estar numa cadeira sentada a ver o comer a vir sem a minima fome oh meu deus, eu comi uma canja, comi peixe, comi leitão e sei lá mais o que, a única coisa que eu queria comer era o final, a sobremesa um grande gelado de morango com bolacha, oh meu deus tão bom. Mas esquecendo a comida, aquela pessoa não me saia do pensamento, até lhe perguntei o nome, estava com tanta vergonha meu deus, mas eu precisava do seu número e confesso que lho pedi, mas fiquei desiludida com a resposta, afinal eu nem intendi bem o que me respondeu estava tão nervosa mas a verdade é que não levei número nenhum e no final de tudo acabei por intender o motivo de não mo ter dado. Bem dançei bastante na festa, comi, ri-me e até me ''obrigaram'' a ir aquela senhora que estava lá a fazer pinturas nas crianças :o
pintaram-me o braço todo eu estava chocada e quando fui dançar nem deixei secar os desenhos, era eu e a Regina com o mesmo desenho no braço, as duas a dançar no final da dança estavamos todas burradas, foi incrivel o quanto no rimos das nossas proprias parvoices.
Não aconteceu assim nada mais de interessante na festa, mas acabei por ficar lá até as 4 da manhã, e fui para casa dos familiares dormir, num sotão mais as minhas primas e a risada continuou até cairmos ferradas. No dia seguinte nem calculava metade do que tinha acontecido, acordamos ás 10/11 da manhã, despachamo-nos e fomos de novo á tal aldeia despedirmonos de algumas pessoas que já não iriamos ver, e depois seguimos para casa da noiva, lá informaram-nos de um assalto que se tinha passado na casa deles, durante o casamento. Eu fiquei chocada por completo, alguem aproveitou o facto de estar tudo em festa para assaltar a casa em questão. No momento não pensei em mais nada mas no final ouve mais novidades, mas agora vou continuar a contar os meus movimentos desses dois dias. Em casa da noiva, estavam a chegar algumas das pessoas mais proximas da noiva, que também iriam ao jantar e entre elas a pessoa por quem eu naquele momento julgava ter-me apaixonado, fiquei eufórica por completo, mas triste no fundo, por ter sentindo que não tinha o seu número por simples desprezo, mas no intando olhavamonos da mesma forma, porque é que olhavas para mim se me tinhas desprezado? Porra estava mesmo irritada mas feliz eu acho. Fui directa para o almoço e lá estavas tu, tinhas chegado primeiro que eu, e já havia poucos lugares para nos sentarmos estava tanta confusão tanta gente! Tu já estavas na cadeira, e eu sem lugar para me sentar pois eu e a minha familia tinhamos chegado mais tarde, mas do nada levaram-me para uma cadeira confesso que meio do nada nem me lembro já quem me colocou naquele local, mas sabes que mais adorei que me tivessem sentado ali, pois tu estavas apenas a um lugar de distancia de mim como era possivel no meio de tanta gente eu estar tão perto de ti? E ao nosso lado havia um puto mini, caga vez que olhava para o lado nem o via a ele mas sim a ti. Acho que passamos o almoço disso, e mesmo quando me levantei estava chatiada com nem sei o que, depois olhei pra ti e sorris-te, nem tive mais vontade de olhar pra ti fiz cara de amuada e tu retiras-te o sorriso e estavas como que triste fiquei tão mal por ver o teu olhar daquela forma. No final do almoço não faria mais nada daquele local, os meus familiares queria ir embora, estava na altura de guardar as malas e partir. Mas num ultimo sinal de desespero tirei-te fotos meio ás escondida, entrei no carro e nnão havia mais nada a fazer era a ultima vez que te iria ver, abri a janela do carro e olhei-te pela última vez, e tu retribuis-te o olhar até ao final da estranha como que uma despedida definitiva. Mas continuando ia eu no carro a pensar que ia-me embora, mas afinal ainda não era agora, fomos a um rio aquilo era LINDO, estava lá bue gente mas era um local sossegado, e por espanto meu estava lá a Cátia a minha prima que tinha conhecido apenas no dia anterior a esse. Fui vestir um biquini mais as minhas primas pequenas, mas como eu não tinha levado biquini tive de vestir o biquini da minha prima de 9 anos :o o biquini ficou-me tão pequeno que vergonha, mas não me importei só queria ir nadar. Adorei aquele lugar nadei muito com as minhas primas todas incluindo a Cátia, foi lindo afinal ela era engraçada não era apenas uma menina fina. No final de tudo tive de ir embora, voltar para a casa da Moita, mas mantive contacto com várias pessoas que conheçi. Bazei e quando cheguei a casa a minha prima Cátia na internet contou-me que a pessoa para a qual eu tanto tinha olhado, e que tanto tinha gostado não me deu o número porque é de França, afinal aquela era mesmo uma despedida definitiva, fiquei realmente mal e ainda me lembro de seu olhar. Ah e uma coisa importante, lembram-se do roubo? :o Eu desconfio de uma pessoa, eu e outras pessoas que estavam no casamento, lembram-se daquele ''café'' que era apenas um senhor que trazia vilho? Dúvido dele, ele tinha sido a ultima pessoa a estar em casa deles para buscar os garrafões de vinho. O assaltante entrou em casa atravez de uma escada, que usaram para chegar ao primeiro andar da casa, entraram por uma janela, remexeram tudo lá em cima, mas quando tentaram vir cá a baixo o alarme toca, alguem desactiva o alarme e correm pela porta da frente, saiem de casa, atiram a escada que usaram para subir para o chão e saltam a rede do quintal. Quem assaltou aquela casa saberia o códico do alarme, e ou seriam os próprios donos da casa a assalta-lá ou então seria o senhor do vinho e a sua mulher que sabia o códico para irem buscar o vinho lá a casa. Que acham que aconteceu na realidade? Seja o que for aquele casamento foi uma confusão auténtica, e acreditem ou não ficou muita coisa por contar, mas já viram o tamanho deste texto? Uii, secante. Desculpem-lá, mas nem deu para resumir, foram dois dias para esquecer, ou melhor para relembrar.
Adorei o texto do casamento muito fixe.
ResponderEliminarGrande testamento mas gostei.
Escreves muito bem.
qualquer dia vamos ter aqui uma escritora de novelas ou quem sabe de filmes de hollywood.
Gosto da tua maneira de escrever simplesmente fantástica se deixares de escrever eu mato-te.
Fica bem e não pares Bjx
João Reis
devias ficar engraçada de mini-biquini xD
ResponderEliminarAmo-te doida<3
desculpa não te ter dado a atenção que esperavas. mas um dia se te casares e tiveres 300 pessoas a tua volta vais perceber.
ResponderEliminarNão percebi a parte do café, nem quem é a paixoneta!
CF